crianças na moda

3, Mar, 2012 / pimpumplay

Para ensinar as horas às crianças

Mais um artigo dos amigos da Pimpumplay, desta vez vamos aprender a ver as horas e a lidar com relógios e  a noção do tempo e a sua importância na organização do quotidiano.

Aprender as horas é um desafio enorme para as crianças, em parte porque é de facto um conceito algo complexo do ponto de vista cognitivo, mas também porque no seu mundo esta é uma dimensão pouco útil: a criança vive sem necessidade de controlar o tempo pois até bem “tarde” é o adulto que assume essa responsabilidade. É no caminho para a autonomia (associado à “escola dos grandes” – primeiro ciclo) que a criança se vê progressivamente confrontada com a necessidade de perceber “as horas”: porque os pais já marcaram as horas de deitar; porque a professora já dá um “ralhete” quando se chega à escola às 9h05m e não às 9h como está no horário; ou até porque a festa de anos dum colega da escola já traz a hora no convite.

 

Dito de outra forma, as “horas” começam a entrar no mundo da criança duma forma natural e apesar de não serem muitas vezes valorizadas (adequadamente) pelos adultos, consideramos que são um passo de extrema importância, desde logo no desenvolvimento da autonomia, mas também na capacidade de organização pessoal (para o trabalho da escola e para as atividades do quotidiano) e também na capacidade de organização cognitiva. Parece-nos pois que a partir do momento que a criança começa a dominar o mundo da (antiga) escola primária é a altura ideal para lhes começar a ensinar as horas (diríamos que entre os 7 e os 8 anos).

Mas esta é uma missão, que de facto não é tão simples como parece, pois exige alguns pré-requisitos. Primeiro é necessário perceber o ciclo do dia: eu acordo de manhã e há uma sequência de acontecimentos que passam, até que a luz se vai perdendo, fica escuro, o que assinala a noite e o fim do dia – hora de ir deitar (os calendários escolares que os educadores de infância, e os professores têm à porta da sala de aula servem para isso mesmo e há também outros jogos que podem ajudar). Paralelamente a criança começa a perceber que os acontecimentos se ligam também na sua vida (nas suas vivências do dia-a-dia), que há um antes e um depois (é também por isso que é importante que os pais perguntem aos filhotes, logo a partir dos 3/ 4 anos, “O que é que fizeste hoje na escola?” e que os vão incentivando com o coloquial “…e depois?”, à medida que o discurso destes se vai desenvolvendo).

Tapete de atividades do tempo

É justamente quando a criança manifesta a capacidade de responder à pergunta “E depois?”, mas também à “O que é que aconteceu antes disso?”, que a criança começa estar preparada para perceber as horas, como nós os adultos as percebemos (mais uma vez, isto acontecerá entre os 7 e os 8 anos). Pense primeiro que nós tendemos a complicar as coisas, e é uma chatice para os miúdos perceber porque é que há horas e as horas se dividem em minutos (e depois ainda em segundos e por aí em diante); por isso é importante começar pelos básicos: o ponteiro grande mostra as horas e é nas horas que nos vamos focar. Será por essa razão de “simplificação” que as crianças normalmente aprendem a ver as horas no relógio analógico, que tem um “pauzinho pequeno” que aponta para a hora e assim é mais fácil identificar (já no caso das crianças com necessidades educativas especiais opta-se muitas vezes por ensinar num relógio digital, numa perspetiva mais funcional da aprendizagem das horas).

A partir daqui é fundamental brincar com o assunto… ter um relógio grande no quarto e perguntar as horas que são ao acordar; na cozinha; no pulso (com os números grandes ou então o KWID, de que falaremos mais à frente); nos brinquedos que mostrem as horas; e até pedir para ver as horas no relógio do pai; ou pedir ao periquito, ao cão e à televisão para dizerem que horas são! Depois entram as “meias”, os “quartos” (aqui convém que o trabalho seja feito sempre no tempo certo ou, mais uma vez, com a ajuda de brinquedos que mostrem as horas) – esta é a introdução aos complicados minutos – e finalmente introduz-se “quantas horas e quantos minutos?”. Quando tudo isto estiver dominado reduzem-se as brincadeiras e começa a exigir-se as crianças algumas responsabilidades com o tempo… mas atenção, porque esta é uma competência que só deverá estar completamente dominada a partir dos 12, 13 anos…

Relógio para aprender a ver as horas

Lembre-se que o objetivo final deve ser uma prática autónoma, que se aprende funcionalmente tal como a expusemos no texto, mas que pessoalmente envolve uma rotina que se aprende sobretudo no seio da família; se quer que o seu filho se transforme num(a) miúdo(a) organizado(a) e com capacidade de planear o seu tempo, comece por dar-lhe o seu (bom) exemplo.

A pimpumplay está a lançar o melhor amigo da criança (e dos pais… e dos professores) para ensinar as horas: o Kwid, que é um relógio absolutamente genial, que ensina as horas e ajuda a criança a controlar o seu tempo em tarefa. Para além disso, temos vários outros brinquedos que ajudam os miúdos a perceber o tempo e as horas. Convidamo-la(o) por isso a espreitar alguns dos produtos disponíveis na nossa loja online.

Artigo escrito pela equipa pimpumplay – loja online de jogos e brinquedos para experimentar, divertir, pensar e aprender… dos 0 aos 99 anos!
www.pimpumplay.pt
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Tlf. 244 845 531 ou 913 045 401

 





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